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O evento Mossoró Cidade Junina tem entre seus objetivos resgatar a cultura, as tradições e os costumes do povo nordestino. Com esse objetivo vários projetos e atividades são incrementados na programação e desenvolvidos ao longo do Corredor Cultural no intuito de divulgar as características do povo nordestino.

Dentro dessa perspectiva foi criado na edição de 2011, e está sendo produzida para 2012, a Tapera Cor, exposição simbólica de uma casa onde os móveis antigos entram em cena. O espaço é uma criação do arquiteto Eduardo Falcão e da artista visual, Nôra Aires, que mesmo ainda em fase de montagem já chama a atenção dos que passam.

A Tapera Cor é uma das m aravilhas do Mossoró Cidade Junina que está sendo montada no Memorial da Resistência. Irá funcionar de quinta a domingo, das 17 às 23h, com várias atrações musicais.

Eduardo explicou que a ideia de ampliar a Tapera surgiu devido a demanda de visitantes. Em 2011 o espaço foi um dos mais visitados do Cidade Junina por turistas e visitantes. “A Tapera chamou a atenção do público. Muita gente passou pelo espaço para tirar fotos e curtir as atrações musicais”, disse.

Este ano a casa simbólica foi ampliada e os ambientes foram estabelecidos. Segundo Eduardo o projeto de decoração transforma o Tapera Cor num espaço que vai além de cenários ideais para fotografias, ou seja, a proposta foi criar um espaço que, sensorialmente, falasse da arquitetura vernacular como fonte de informação so bre a evolução do contexto histórico, cultural, ambiental e tecnológico. “Os espaços são atrativos. Utilizamos uma decoração antiga com uma estética contemporânea”, frisa.

Foram montados vários ambientes, sala, quarto do casal e do filho, cozinha, banheiro, área de serviço e alpendre. Para chamar a atenção dos visitantes consta ainda do xililique, um barzinho onde acontecerão as atrações musicais durante a exposição. Tudo está sendo preparado para agradar o público e ampliar no número de visitantes.

“A Tapera Cor 2012 está se consolidando como um grande elo de ligação, tanto físico, juntando a Cidadela à Estação das Artes, como histórico, juntando passado e presente”, destacou o arquiteto.

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