sábado, 30 de agosto de 2014

Imagens do lançamento do novo livro de Herval Sampaio


Evento aconteceu no Hotel Garbos
 na noite de ontém, sexta-feira, 29 
                                                                                                             *Com fotos do Blog do Skarlack











Larissa se solidariza à Uern e reafirma apoio à universidade

                         Larissa novamente coloca mandato à disposição da Uern

 Em audiência na Uern, hoje à tarde, a deputada estadual e candidata à reeleição Larissa Rosado (PSB) se solidarizou à universidade por ataque sofrido na Câmara de Mossoró, esta semana, e reafirmou apoio parlamentar à instituição.
Ela e a deputada federal e candidata à reeleição Sandra Rosado (PSB) foram recebidas pelo reitor Pedro Fernandes, vice-reitor Aldo Gondim, professores, técnicos administrativos e alunos, na Sala dos Conselhos, sede da Reitoria.
Na abertura da reunião, o reitor fez agradecimento público ao apoio das deputadas à Uern. “Larissa e Sandra conduzem os mandatos em prol da Uern e sempre transmitem motivação, força e coragem à universidade”, reconheceu.

Prestando contas
Larissa citou ações para a Uern, como emenda para modernização da rede elétrica do campus central (em andamento), ampliação do acervo da biblioteca, construção de residência e restaurantes universitários, entre outras.
“Coloco-me novamente à disposição para continuar recebendo sugestões da Uern e transformando-as em benefícios. E me solidarizo à instituição pelas críticas injustas que recebeu de setores da Câmara de Mossoró”, afirmou.
Sandra encerrou a audiência, anunciando destinação de mais R$ 15 milhões à universidade, no Orçamento da União de 2015. “Estou pronta para mais uma vez servir à nossa Uern, não por obrigação, mas por devoção”, concluiu a deputada.


      Reitor Pedro Fernandes faz agradecimento público às deputadas

 

Vereadores do DEM de Mossoró apoiam Betinho para federal e Galeno Torquato para estadual

 















Os vereadores do DEM de Mossoró, Manoel Bezerra de Maria e Flávio Tácito, estão votando em Betinho e Galeno, um é o candidato da governadora Rosalba Ciarlini e o outro é o candidato do prefeito, Francisco José.
 

Eles anunciaram apoio ao candidato Betinho Rosado Segundo, depois de vários encontros com o comando da campanha do candidato.

*Do Blog J. Belmont

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Datafolha mostra Dilma e Marina empatadas com 34%; Aécio tem 15%; no 2°turno Marina venceria Dilma com 10% de diferença

Na pesquisa anterior, divulgada dia 18, Dilma tinha 36% e Marina, 21%.
Na simulação de segundo turno, Marina atinge 50% e Dilma, 40%.

Do G1, em São Paulo
Pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, divulgada nesta sexta-feira (29), indica uma situação de empate entre a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e a ex-senadora Marina Silva, candidata do PSB. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, vem o senador Aécio Neves (PSDB), com 15%. Na pesquisa anterior do Datafolha, divulgada no último dia 18, Dilma tinha 36%, Marina, 21% e Aécio, 20%.
Na simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a ex-senadora alcançou 50% contra 40% da presidente. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma, 43%.
 
No levantamento desta sexta, Pastor Everaldo (PSC) obteve 2%. Os outros sete candidatos somados têm 1%. Segundo o levantamento, os que disseram votar branco ou nulo são 7%, mesmo percentual dos que não sabem em quem votar.
Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que uma cartela com a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):
- Dilma Rousseff (PT): 34%
- Marina Silva (PSB): 34%
- Aécio Neves (PSDB): 15%
- Pastor Everaldo (PSC): 2%
- José Maria (PSTU): 0% *
- Eduardo Jorge (PV): 0% *
- Luciana Genro (PSOL): 0% *
- Rui Costa Pimenta (PCO): 0% *
- Eymael (PSDC): 0% *
- Levy Fidelix (PRTB): 0% *
- Mauro Iasi (PCB): 0% *
- Brancos/nulos/nenhum: 8%
- Não sabe: 9%

(*) Os candidatos indicados com 0% são os que não atingiram 1% das intenções de voto; somados, os sete têm 1%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O Datafolha fez 2.874 entrevistas em 178 municípios nestas quinta (28) e sexta (29). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00438/2014.
Espontânea
Na modalidade espontânea da pesquisa (em que o pesquisador somente pergunta ao entrevistado em quem ele pretende votar, sem apresentar a lista de candidatos), os resultados são os seguintes:

- Dilma Rousseff: 27%
- Marina Silva: 22%
- Aécio Neves: 10%
- Outras respostas: 3%
- Em branco/nulo/nenhum: 3%
- Não sabe: 32%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

- Marina Silva: 50%
- Dilma Rousseff: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 7%
- Não sabe: 3%

- Dilma Roussef: 48%
- Aécio Neves: 40%
- Brancos/nulos/nenhum: 9%
- Não sabe: 4%

O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.
Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Nesse item da pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de um nome.

- Dilma Roussef: 35%
- Pastor Everaldo: 23%
- Aécio Neves: 22%
- Zé Maria: 18%
- Eymael: 17%
- Levy Fidelix: 17%
- Rui Costa Pimenta: 16%
- Luciana Genro: 15%
- Marina Silva: 15%
- Eduardo Jorge: 14%
- Mauro Iasi: 14%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma Rousseff tem a aprovação de 35% dos entrevistados – no levantamento anterior, eram 38%. O índice se refere aos entrevistados que classificaram o governo como "ótimo" ou "bom".

Os que julgam o governo "ruim" ou "péssimo" eram eram 23% e agora são 26%, segundo o Datafolha. Para 39%, o governo é "regular" – 38% no levantamento anterior.
- Ótimo/bom: 35%
- Regular: 39%
- Ruim/péssimo: 26%
- Não sabe: 1%

A nota média atribuída pelos entrevistados ao governo foi 5,9 – na pesquisa anterior, foi 6,0.
Pesquisa Datafolha presidente 29.08.2014 (Foto: Editoria de Arte / G1)
 

Prefeito de Mossoró no Cenário Político da TCM

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD) é o entrevistado de hoje, 29, do Programa Cenário Político da TCM.

Responde as perguntas dos apresentadores e dos telespectadores.

Os temas mais abordados estão sendo: falta de  médicos nas UBS e UPAs, auditoria feita pela Uern na folha de pagamento do município, ampliação das BICs e intervenção na Casa de saúde Dix-sept Rosado.

Acompanhemos!

Herval Sampaio lança livro nesta sexta

 
“Abuso de Poder nas Eleições: triste realidade da política (agem) brasileira…” é o título da publicação

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O juiz de Direito José Herval Sampaio Júnior, com atuação na Comarca de Mossoró, lança livro nesta sexta-feira (29). O lançamento acontece às 18h no Garbos Recepções.
Herval foi titular da 33ª Zona Eleitoral e presidiu as eleições municipais de 2012, vencidas por Cláudia Regina (DEM), que acabou cassada por uma série de fraudes eleitorais.
O livro “Abuso de Poder nas Eleições: triste realidade da política (agem) brasileira – Ensaios” faz alusão ao processo eleitoral citado e seus desdobramentos.
*Fonte: www.gutembergmoura.com.br

Presidente da Câmara nega atraso em pagamento de aluguel da sede do Legislativo

 
    Presidente da Câmara Muncipal de Mossoró, Francisco Carlos (PV)
 
O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereador Francisco Carlos, negou que haja qualquer atraso no pagamento referente ao aluguel da sede do Legislativo Mossoroense. O que, segundo o presidente, está acontecendo, é uma negociação em relação ao valor pago pela locação do imóvel que abriga a Câmara de Vereadores.
 
Atualmente, o legislativo paga o valor de R$ 20 mil, mensais, pela locação do prédio localizado na Rua Idalino de Oliveira, no centro de Mossoró. Ao assumir a presidência da Câmara, o vereador Francisco Carlos foi procurado pelo proprietário do imóvel para negociar o reajuste, cujo valor solicitado era de R$ 30 mil. “Esse foi o único contato que mantivemos, há pouco mais de um mês. Nossa equipe jurídica está analisando a proposta, pois é preciso um parecer jurídico e financeiro para saber se iremos ter condições de atender esse valor. Confesso que fui pego de surpresa com as declarações dadas na imprensa, já que só houve um encontro entre a presidência da Casa e o proprietário”, afirmou Francisco Carlos.
 
O presidente ainda tranquilizou a população, afirmando que todos os esforços serão feitos no sentido de entrar em entendimento para que não haja prejuízo para o Legislativo.

Pesquisa Ibope mostra que Dilma lidera no RN com 46% dos votos, Marina está em segundo com 26% no RN

Números da pesquisa Ibope/InterTV Cabugi para Presidente da República no Rio Grande do Norte

Dilma (PT) – 46% das intenções de voto

Marina Silva (PSB) – 26%

Aécio Neves (PSDB) – 9%

Pastor Everaldo (PSC) – 1%

Outros com menos de 1% – 1%

Brancos e nulos – 12%

Não sabe ou não respondeu – 6% 

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) sob o número 00016/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00441/2014. 

A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de agosto. Foram entrevistados 812 eleitores em 40 municípios do estado.

TCE manda suspender pagamento no MPRN e barra concessão no TJRN

Aura Mazda, Maria Emília Tavares e Roberto Lucena
repórteres

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o pagamento de auxílio-moradia aos membros do Ministério Público do Estado (MPRN) e do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN). Apenas, no caso, do TJRN o benefício ainda não estava sendo pago, mas tinha sido requisitado por 162 magistrados. O auxílio fica suspenso até o julgamento do mérito, que não tem data confirmada.
Frankie MarconeEm defesa, Rinaldo Reis alegou que “enquanto STF não julga, direito é válido”, mas não convenceuEm defesa, Rinaldo Reis alegou que “enquanto STF não julga, direito é válido”, mas não convenceu

A sessão que determinou a suspensão do benefício foi realizada ontem, 28, e durou três horas. Os conselheiros julgaram um pedido de medida cautelar interposto, no dia 17 de julho, pelo titular do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado (MPjTCE), Luciano Ramos. Na sessão, o relator do caso, conselheiro Gilberto Jales, iniciou os trabalhos fazendo um histórico da ação.

Para pedir a suspensão, Luciano Ramos afirmou que o benefício é inconstitucional por ter caráter remuneratório e não indenizatório, o que caracteriza o auxílio como um aumento de salário. Atualmente, 155 dos 240 promotores e procuradores do MPRN recebem auxílio-moradia. Durante sustentação oral, Ramos afirmou que não houve cautela sobre a despesa pública.

Após o posicionamento de Ramos, foi a vez do Procurador-geral de Justiça (PGJ), Rinaldo Reis, apresentar defesa oral por 15 minutos. Segundo Reis, a matéria já se encontra judicializada no Supremo Tribunal Federal (STF) e, com isso, não seria prudente uma intervenção do TCE antes que fosse julgado o mérito do caso nas cortes superiores. “Enquanto o STF não julga, direito é válido”, disse ele.

O PGJ lembrou que para publicar o decreto que implantou o auxílio-moradia no MPRN, foram verificados os princípios de cautela, constitucionalidade e validade. “Além disso, a matéria já foi aprovada no Conselho Nacional do Ministério Público e fomos vitoriosos na Receita Federal que não taxou o benefício”, colocou.

Argumento semelhante ao de Reis foi exposto pelo presidente da Associação do Ministério Público do Estado  (Ampern), procurador Eudo Rodrigues. Ele defendeu que o pagamento tem caráter indenizatório porque o MPRN não dispõe de residências oficiais. No entanto, o argumento não foi acatado pelos conselheiros do TCE.

Para sustentar sua tese, Rodrigues lembrou a Constituição Estadual. “A Constituição Estadual determina que haja residências oficiais e fóruns em todas as comarcas do Estado. Essa norma era para ter sido obedecida num prazo de cinco anos. Isso não ocorreu. Então, como indenização, é válido o auxílio-moradia”, apontou.

O relator da matéria, conselheiro Gilberto Jales, explicou que não estava caracterizado o caráter indenizatório da medida e que faltavam normas seguras para que o benefício não fosse utilizado indiscriminadamente. O posicionamento foi acompanhado pela maioria da Corte, que suspendeu o pagamento do benefício no MPRN e barrou a concessão prevista para os membros do Judiciário.


(TN)

Militantes de Henrique e Robinson se agridem fisicamente antes do debate da Band

Eleitores trocam socos na entrada da Band Natal no momento em que candidatos chegaram à emissora para participar dos debates


Por Allan Darlyson

Os militantes dos candidatos a governador Henrique Eduardo (PMDB) e Robinson Faria (PSD) trocaram socos, em frente a Band Natal, antes do debate que será realizado daqui a pouco.
As militâncias estavam em lugares separados desde o início da noite. Ao se encontrarem durante a entrada dos candidatos na emissora, começaram o tumulto, que rapidamente foi encerrado com a ajuda da Polícia Militar.

Henrique e Robinson encaram confronto direto no debate da Band

Candidato do PMDB lembrou dos apoios do adversário a Micarla e Rosalba, enquanto concorrente do PSD questionou adesões


Por Allan Darlyson (Portal NOAR)
Candidatos ao governo do RN debate bAND tv 28 08 2014  (9)
Candidatos ao governo do RN participam de debate da Band Natal (Foto: Alberto Leandro)
Com formato engessado, o debate promovido pela Band Nata nesta quinta-feira (28) só esquentou no quinto bloco, quando os candidatos poderiam fazer perguntas sobre temas livres e escolher o adversário a ser questionado.

Primeiro a perguntar, o candidato Robinson Faria (PSD) partiu para o confronto direto contra o concorrente Henrique Eduardo Alves (PMDB), que lidera as pesquisas de opinião referentes à disputa.

Robinson questionou o peemedebista sobre a participações em gestões as quais não ajudou a eleger. Henrique disse que, como representante do Rio Grande do Norte em Brasília, sempre se propôs a ajudar os municípios do Estado.

Por sua vez, Alves lembrou que Faria, agora crítico de todas as últimas gestões que passaram pelo governo do estado, apoiou a ex-prefeita de Natal Micarla de Sousa em 2008 e é vice da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Henrique ainda frisou que, em 2010, seu adversário apoiou as candidaturas dos senadores eleitos Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), de quem hoje o candidato é crítico.
O peemedebista também revelou que o candidato do PSD chegou a dialogar sobre a possibilidade de apoiar sua candidatura ao governo e “por pouco” não entrou na aliança que hoje chama de acordão.

Faria, por sua vez, afirmou que, diante da união de todas as outras forças em torno da candidatura de Henrique, optou por caminhar sozinho.

Durante o debate, do qual também participaram os candidatos Araken Farias (PSL), Simone Dutra (PSTU) e Robério Paulino (PSOL), os candidatos também comentaram os temas tradicionais, como Saúde, Educação, Infraestrutura, Segurança e Economia.

Câmara realiza Audiência Pública para discutir a carga horária dos profissionais da saúde

 Profissionais, membros da prefeitura e do legislativo enriqueceram as discussões



A Câmara Municipal de Mossoró realizou, nesta quinta (28), Audiência Pública para discutir a carga horária dos profissionais da saúde. A Audiência ocorreu a partir de proposição do presidente da Câmara, Vereador Professor Francisco Carlos (PV). O evento protagonizou diversas discussões pertinentes às questões profissionais da saúde na cidade. Além de possíveis mudanças na carga horária dos profissionais da saúde, a Audiência serviu para o debate sobre o quantitativo mínimo de profissionais, a humanização das condições de trabalho dos profissionais, bem como tratou da necessidade de melhoria na remuneração dos trabalhadores da saúde mossoroense. O Presidente da Câmara, Francisco Carlos, ressaltou que a Audiência serviu para fortalecer o apoio da Casa aos pleitos dos profissionais da saúde, de forma que, ao tratar de votações sobre alguma matéria relacionada a tais profissionais,“já teremos avançado no caminho bastante favorável para sua aprovação”, disse o edil.

A coordenadora de enfermagem do hospital da mulher, Elizabeth Isabel Câmara de Moura, reconheceu a importância do evento para apoiar a busca dos profissionais por melhorias em suas condições de trabalho. A coordenadora fez questão de convocar “todos os profissionais da enfermagem para se engajar nesta luta, ara que nós possamos sensibilizar todos os entes para que consigamos essa vitória”.

O Executivo mossoroense fez-se presente por meio do secretário de Transparência Pública e Relações Interinstitucionais, Luiz Antônio Costa Reis. Falando em nome da prefeitura, o secretário manifestou o desejo de ouvir as reivindicações dos profissionais, algo que, para ele, é especialmente necessário para uma administração nova como a atual. Apesar disso, Luiz Antônio Costa Reis ressalvou que a capacidade da prefeitura para sanar os problemas vivenciados pelos profissionais terá restrições, afinal, o secretário lembrou que “não podemos resolver 200 anos de problemas em dois”. Ainda assim, foi apresentada a intenção da prefeitura em discutir o plano de cargos e salários da categoria e buscar a melhoria das condições de trabalho de todos os profissionais da saúde, os quais, para o secretario da Transparência, possuem a mesma importância para a prefeitura. Além disso, o secretário tranqüilizou os profissionais presentes esclarecendo que não haverá corte de ponto, para os profissionais que faltaram o trabalho para comparecer à Audiência.

O vereador Tomaz Neto (PDT) solicitou enfaticamente ao secretário da transparência que fossem divulgadas informações públicas importantes. “Queremos que torne público os atos que ocorreram, pelo menos, nos últimos oito anos”, disse o edil, fazendo referência aos débitos da prefeitura de Mossoró. O vereador Jório Nogueira (PSD), por sua vez, declarou entender que os vereadores apóiam a causa dos profissionais da saúde. “O meu mandato está à disposição dos servidores”, disse o edil, defendendo que sua luta pelos servidores de Mossoró já é antiga. O vereador Genilson Alves (PTN) apresentou posição similar à do colega, afirmando: “vocês podem contar comigo, estou à disposição”.
  
Segundo o vereador Vingt-Un (PSB) Neto, “a proposta de redução da carga horária de 40 ou 44 horas para 30 horas semanais é justíssima”, como disse. Ao final dos trabalhos, o Presidente da Casa esclareceu que, como produto da Audiência Pública, será redigido um documento de apoio da Câmara reivindicando da bancada federal do RN o empenho necessário para que as proposta de Lei que tramitam no âmbito federal possam receber o apoio necessário. Outra elaboração oriunda da Audiência consistirá de um documento de apoio da Câmara ao movimento que busca instituir o plano de cargos e salários dos profissionais da saúde.

*Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Mossoró
Eugênio Paccelli Aguiar Freire (DRT-RN 1740)

Agressão a gente responde com trabalho, diz Francisco José Júnior

O candidato a deputado estadual, Galeno 55.555, foi recebido na noite desta quinta-feira, 28, no grande Alto de São Manoel. O médico do povo foi recebido por uma multidão na calçada do suplente de vereador Costinha, na Travessa General Péricles, e em seguida na rua José Linhares, na casa do vereador Manoel Bezerra. O movimento comandado pelo prefeito Francisco José Júnior, teve a participação ainda dos vereadores Claudionor dos Santos, Cícera Nogueira, Jório Nogueira, o ex-deputado Francisco José, do candidato a candidato a federal Betinho Rosado 1111, a juventude 55 e demais lideranças locais.

Francisco José Júnior destacou o momento difícil que está atravessando por causa da perseguição das lideranças tradicionais de Mossoró. “Todos se juntaram contra o prefeito, mas eu estou com Deus e com o povo. Eles se juntaram com o candidato do acordão, mas nós ficamos com o candidato do povo”, disse o prefeito, enfatizando que não vai recuar por causa de nenhuma pressão ou ataque. “Agressão a gente responde com oração e com trabalho”, reforçou.

Ao falar do seu candidato a deputado estadual, Galeno Torquato, Francisco José Júnior lembrou do boicote sofrido por seu pai, Francisco José. “Meu pai foi boicotado porque seria o deputado mais votado de Mossoró. Ele seria o enfermeiro do povo, mas agora nós temos Galeno que será o médico do povo”, ressaltou, lembrando que o mesmo palanque de dois meses, quando ele foi eleito com mais de 60 mil votos, é o palanque que ele defende hoje. “Eu só estou conseguindo trabalhar porque não tenho rabo preso, por isso estou com Robinson 55 e Fátima 131, e não com os outros candidatos que falam de mudança mais têm do seu lado sete ex-governadores”, completou. 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Reitor da Uern emite nota sobre auditoria na folha de pagamento da prefeiura

Em Nota o reitor Pedro Fernandes esclarece sobre trabalho de equipe da UERN contratada pela prefeitura de Mossoró. Ei-la:

Nota de Esclarecimento  
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte – UERN assinou contrato com a Prefeitura Municipal de Mossoró, para o fim de realizar um estudo de conformidade da sua Folha de Pessoal. Durante período definido, uma equipe constituída por professores e alunos tecnicamente capacitados, provenientes da Faculdade de Ciências Econômicas – FACEM, executou o trabalho com dedicação. No dia 13 de junho de 2014, o resultado dessa análise foi entregue ao Excelentíssimo Senhor Prefeito do Município, Francisco José da Silveira Júnior. Desde então, a UERN foi convocada, oficialmente, apenas uma vez, para prestar esclarecimentos técnicos sobre o trabalho em referência, o que foi prontamente respondido pela equipe.  
Quanto à capacidade institucional, no que diz respeito à formação técnica e científica de professores e alunos, podemos confirmar, sem contestação, o ensino de excelência ofertado nesta instituição. Prova disso é o sucesso profissional de quantos passaram pelos seus bancos, ou seja, a conquista de destaque em âmbito local, estadual e nacional.  
Lamentamos, portanto, que, por desconhecimento dessa realidade, em momentos de embates políticos, seja obscurecida, ou posta em dúvida, a formação acadêmica na UERN, consequentemente, o papel que lhe cabe no desenvolvimento do Rio Grande do Norte.  
Assim, a UERN, como uma instituição pública, encontra-se, como sempre esteve, à disposição para mostrar o seu trabalho à comunidade em geral.  
Mossoró-RN, 28 de agosto de 2014.  
Prof. Dr. Pedro Fernandes Ribeiro Neto

No primeiro bloco do debate da Band Natal, Robinson fala sobre infraestrutura e desenvolvimento econômico




Em resposta ao questionamento da jornalista Anna Ruth Dantas, no primeiro bloco do debate entre os candidatos ao Governo do RN, que ocorre nesta quinta-feira (28) na Band Natal, Robinson Faria (PSD) falou sobre prioridade logística para as estradas do Estado.

O candidato da coligação Liderados pelo Povo afirmou que planeja recuperar a capacidade de investimento do Rio Grande do Norte para assim procederá recuperação da malha viária. “A infraestrutura do RN precisa ser melhorada para ampliar as oportunidades de desenvolvimento", disse o candidato.

Ainda no primeiro bloco, Robinson foi sorteado para comentar o questionamento sobre desenvolvimento econômico. “Além de enxugar a máquina é preciso aumentar as riquezas. Acabar com o ambiente hostil para as empresas e aumentar a arrecadação de ICMS. Vamos transformar o Estado em parceria com o setor produtivo, com uma nova política tributária”, assegurou.

Ibope/InterTV Cabugi: Henrique lidera para Governo, Wilma e Fátima tem empate técnico

A pesquisa Ibope/InterTV Cabugi divulgada nesta quinta-feira mostra o candidato a governador Henrique Eduardo Alves (PMDB) com 40% das intenções de votos. Em segundo lugar, com 28% da preferência, está Robinson Faria (PSD).

Robério Paulino (PSOL) e Simone Dutra (PSTU) empataram com 2% das intenções de voto. Já o candidato Araken Farias (PSL) tem 1% da preferência do eleitorado. O porcentual de entrevistados que afirmaram votar branco ou nulo ficou em 17%, enquanto os indecisos somam 10%.

Já para o senado, as candidatas Wilma de Faria (PSB) e Fátima Bezerra (PT) aparecem tecnicamente empatadas com 35% e 34% das intenções de voto, respectivamente. Os candidatos Roberto Roconi (PSL) e Ana Célia (PSTU) empataram com 2% da preferência, enquanto Professor Lailson (PSOL) tem 1%. O porcentual para brancos e nulos é de 17% e os indecisos somam 9%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de agosto com 812 eleitores entrevistados em 40 cidades do Rio Grande do Norte. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.


* Fonte: www.tribunadonorte.com.br

Câmara homenageia dia do Maçom em Sessão Solene ocorrida esta tarde, 28

A Câmara Municipal de Mossoró realizou na tarde desta quinta (28), Sessão Solene em homenagem ao dia do Maçom. A Sessão nasceu de proposição do vereador Vingt-Un Neto (PSB), que presidiu a Sessão. Esta contou com uma significativa presença de autoridades maçons, familiares e amigos dos membros da instituição.
Para o presidente da Sessão, também maçom, a presença da Maçonaria na Câmara tratou-se de uma imensa alegria, pelo acontecimento consistir de uma congregação com uma instituição que “objetiva sempre a investigação da verdade, o exame da moral e a prática das virtudes, maior e melhor escola de ética”, conforme disse Vingt-Un Neto.

O Grão-mestre maçom, Miguel Rogério, enfatizou sua gratidão pela iniciativa da Câmara de Mossoró. “Agradeço em nome da Maçonaria mossoroense”, declarou Miguel Rogério. Destacando o papel da Maçonaria, o Grão-Mestre afirmou: “a maçonaria que praticamos aqui é plural, convive harmonicamente em suas dez lojas regulares (...) reúne homens com o propósito de engrandecê-los para as grandes tarefas da humanidade”. O entendimento foi repercutido pelo vereador Tomaz Neto (PDT), que prestigiou a homenagem ao dia do Maçom. Para o edil, que lembrou ser um dos sócio-fundadores da maçonaria na cidade, o trabalho maçom consiste de “uma grande oficina que trata da lapidação do ser humano”, conforme disse Tomaz Neto. 
 O Venerável da Loja maçônica Amâncio Dantas, Fabiano Santos, fazendo uso do plenário da Câmara, destacou as virtudes de sua loja. Esta, segundo Fabiano Santos, consiste de “uma Loja que busca fazer com que a Maçonaria se sinta representada em seus princípios basilares, dentro e fora da oficina, como forma de lapidar o homem”, disse o maçom.


PROGRAMAÇÃO DE SEXTA - Amanhã (sexta, 29), ocorrerá na Câmara Municipal de Mossoró a reunião das Comissões de Agricultura e de Orçamento, Planejamento e Finanças, a partir das 8:00.

Casa de Saúde Dix-sept Rosado deverá sofrer intervenção; município assumirá a administração pelos próximos 8 meses

Na visita que fez ao estádio Nogueirão esta tarde, 28, o prefeito Francisco José também foi instado a falar sobre a possível intervenção que o ministério público poderá vir a fazer na Casa de Saúde Dix-sept Rosado, responsável pela realização de algo em torno de 400 partos mensais feitos na cidade.

O prefeito adiantou que o município deverá passar a gerir aquela unidade hospitalar pelo próximos 8 meses ainda com o CNPJ atual.

Somente após este período é que toda a estrutura seria passada para o município.

No entanto, o atendimento dos partos seriam feito somente aqueles autorizados através do SUS  Sistema Único de Saúde, deixando de atender particulares, convênios e planos de saúde

Por este motivo, apenas parte do corpo funcional que compõem os quadro funcionais da CSDR seria aproveitada.

Traremos mais detalhes em outras postagens

Prefeito Francisco josé Júnior visita o Nogueirão com vistas à municipalização

Prefeito Francisco José Júnior em visita ao Nogueirão responde a perguntas de jornalistas presentes (Foto: BlogdoPC)

O Prefeito Francisco José Júnior esteve em visita ao estádio Nogueirão à tarde de hoje, 28, como parte de um levantamento que a municipalidade vem fazendo para realização de obras de acessibilidade em cumprimento às exigências feitas pelo corpo de bombeiros para que não venha a acontecer mais uma interdição daquela praça esportiva para jogos.

Seriam as primeiras ações administrativas em preparação para a municipalização, vez que a administração daquela praça esportiva deverá passar para as mãos da prefeitura tão logo sejam cumpridos alguns trâmites legais.

Estas obras de adequações irão custar aos cofre públicos municipais algo em torno de 800 mil reais, segundo informou o próprio chefe do executivo.

Referem-se à implantação de sistema anti-incêndio (compra e instalação de hidrantes), abertura de mais saídas de emergência, remoção de cadeiras, construção de rampas etc.

No entanto, são paliativos para que se garanta o calendário de jogos para o resto do ano de 2014 e início da temporada 2015, tendo em vista que após concluído o processo da municipalização o atual estádio deverá ser permutado pela construção de um novo estádio em área mais afastada do eixo central da cidade.

No local também funcionaria um centro administrativo da prefeitura.

Acompanharam o prefeito nesta visita os secretários: de esportes Abraão Dutra, e de Obras do município, Engo..José Couto.

Rútilo Coelho apresenta metas da Secretaria de Turismo


Apresentação de projeto foi aberta pela prefeito de Mossoró Francisco José Júnior

Secretário de Turismo, Rútilo Coelho, apresenta propostas da pasta – Fotos: iPad Skarlack

 

 

O secretário Municipal do Turismo, empresário Rútilo Coelho, apresentou nesta quarta-feira, 27, as ideias e propostas que serão realizadas com o trade e demais segmentos envolvidos com o turismo e o desenvolvimento da cidade e região.
O encontro foi realizado na Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM).

Durante o evento aberto pelo prefeito Francisco José Júnior, foi apresentado o Plano Municipal do Turismo e as demais ações da pasta divididas a curto, médio e longo prazos.

Para o secretário municipal do Turismo, Rútilo Coelho, o encontro foi uma oportunidade de debater com os empreendedores de hotéis, motéis, bares, restaurantes e similares, ações para impulsionar o turismo no Município.

* Do Blog do Skarlack

Prefeitura discute construção do Santuário de Santa Luzia



  • Na manhã desta quarta-feira, 27, o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, recebeu representantes da Catedral de Santa Luzia. o padre Carlos Dantas, representante da Diocese de Mossoró, e os secretários municipais do Turismo, Rútilo Coelho, da Infraestrutura e Habitação, José Couto, e o de Desenolvimento Econômico e Trabalho, Mairton França, para juntos discutirem e viabilizarem o projeto para construção do Santuário de Santa Luzia. 
    Alguns estudos já foram realizados e a Serra Mossoró é o local definido para ser erguido o monumento da santa padroeira de Mossoró. No encontro desta manhã, ficou agendada para a próxima terça-feira, 2, uma visita técnica de um grupo formado por engenheiro, topógrafo e arquiteto para realizarem uma vistoria no local da obra.  
    O Santuário de Santa Luzia é um equipamento que contemplará o turismo religioso no Município e movimentará a economia local, através da sua rede de hotéis, pousadas e restaurantes, além da injeção monetária no comércio. Para o prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, a obra será um patrimônio não só para os mossoroenses, mas para os devotos de Santa Luzia espalhados pelo mundo.
    “O Santuário de Santa Luzia é um investimento que trará resultados bastante positivos para Mossoró. É uma obra que toca na fé e esperança dos fiéis. É uma construção de união”, defendeu o prefeito Francisco José Júnior.
    A previsão é que as obras sejam iniciadas já no próximo ano, tempo necessário para o detalhamento do orçamento e transparência nas ações.

Entrevista: Marina Silva


Candidata do PSB foi entrevistada à noite de ontém, 27, no Jornal Nacional

O Jornal Nacional deu sequência à série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência da República, em que são abordadas questões polêmicas das candidaturas e o desempenho deles em cargos públicos. O Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo também vão receber os candidatos nas próximas semanas.

O tempo total da entrevista foi de 15 minutos, dos quais foram reservados, mais uma vez, o último minuto e meio para que a candidata falesse resumidamente sobre os projetos que ele considera prioritários se for eleito. Neste quarta-feira, 27, o JN recebeu Marina Silva, do PSB
 
William Bonner: Boa noite, candidata. 
Marina Silva: Boa noite, William. Boa noite, Patrícia. William Bonner: Muito obrigado pela sua presença. O tempo da entrevista começa a ser contado a partir de agora. Candidata, o avião que o PSB vinha utilizando na campanha eleitoral, até aquele acidente trágico de duas semanas atrás, está sendo investigado pelas autoridades competentes. Ele foi objeto de uma transação milionária feita por meio de laranjas. Essa transação não foi informada na prestação de contas prévia, parcial, à Justiça Eleitoral. A senhora tem dito que vai inaugurar uma nova forma de fazer política, que todo político tem que ter certeza absoluta da correção de seus atos. No entanto, a senhora usou aquele avião como teria feito qualquer representante daquilo que a senhora chama de velha política. Eu lhe pergunto: a senhora procurou saber que avião era aquele, quem tinha pago por aquele avião, ou a senhora confiou cegamente nos seus aliados?
Marina Silva: Nós tínhamos, William, uma informação de que era um empréstimo, que seria feito um ressarcimento, num prazo legal, que pode ser feito, segundo a própria Justiça Eleitoral, até o encerramento da campanha. E que esse ressarcimento seria feito pelo comitê financeiro do candidato. Existem duas formas, três formas, aliás, de fazer o provimento da campanha: pelo partido, pelo comitê financeiro do candidato e pelo comitê financeiro da coligação. Nesse caso, pelo comitê financeiro do candidato. Essas informações eram as informações que nós tínhamos.
William Bonner: A senhora sabia dos laranjas? Essa informação foi passada para a senhora como candidata a vice-presidente?
Marina Silva: Não tinha nenhuma informação quanto a qualquer ilegalidade referente à postura dos proprietários do avião.
William Bonner: Eu lhe pergunto isso…
Marina Silva: As informações que tínhamos eram exatamente aquelas referente à forma legal de adquirir o provimento desse serviço. Agora, uma coisa que eu quero dizer para todos aqueles que estão nos acompanhando é que, para além das informações que estão sendo prestadas pelo partido, há uma investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. E o nosso interesse e a nossa determinação é de que essas investigações sejam feitas com todo o rigor para que a sociedade possa ter os esclarecimentos e para que não se cometa uma injustiça com a memória de Eduardo.
William Bonner: Candidata, quando os políticos são confrontados ou cobrados por alguma irregularidade, é muito comum que eles digam que não sabiam, que foram enganados, que foram traídos, que tudo tem que ser investigado, que se houver culpados, eles sejam punidos. Este é um discurso muito, muito comum aqui no Brasil. E é o discurso que a senhora está usando neste momento. Eu lhe pergunto: em que esse seu comportamento difere do comportamento que a senhora combate tanto da tal velha política?
Marina Silva: Difere no sentido de que esse é o discurso que eu tenho utilizado, William, para todas as situações. Inclusive quando envolve os meus adversários. E não como retórica, mas como desejo de quem de fato quer que as investigações aconteçam. Porque o meu compromisso e o compromisso de todos aqueles que querem a renovação da política é com a verdade. E a verdade, ela não virá nem apenas pelas mãos do partido e nem, também, apenas pela investigação da imprensa. Que eu respeito o trabalho de vocês. Ela terá que ser aferida pela investigação que está sendo feita pela Polícia Federal. Isso não tem nada a ver com querer tangenciar ou se livrar do problema. Muito pelo contrário, é você enfrentar o problema para que a sociedade possa, com transparência, ter acesso às informações.
William Bonner: Candidata…
Marina Silva: O compromisso é com a verdade.
William Bonner: Agora, é que a senhora tem uma postura bem rigorosa no que diz respeito à ética, no discurso, quando a senhora se dirige aos seus adversários. Esse rigor ético que a senhora exige dos seus adversários nos faz perguntar e insistir se a senhora antes de voar naquele avião não teria então deixado de fazer a pergunta obrigatória se estava tudo em ordem em relação àquele voo. Não lhe faltou o rigor que a senhora exige dos seus adversários?
Marina Silva: O rigor é tomar as informações com aqueles que deveriam prestar as informações em relação à forma como aquele avião estava prestando serviço. E a forma como estava prestando serviço era por um empréstimo que seria ressarcido pelo comitê financeiro. Agora, em relação à postura dos empresários, os problemas que estão sendo identificados agora pela imprensa, e que com certeza serão esclarecidos pela Polícia Federal, esses, eu, como todos os brasileiros, estou aguardando. E com todo rigor. Eu não uso, William, de dois pesos e duas medidas. Não é? A métrica, a régua com que eu meço os meus adversários, é porque eu a uso em primeiro lugar comigo. E, neste momento, o meu maior interesse é de que tenhamos todos os esclarecimentos. Agora, uma coisa eu te digo: a forma como o serviço estava sendo prestado era exatamente esse do empréstimo, para que depois tivéssemos a forma de ressarcimento pelo comitê financeiro.
Patrícia Poeta: Ok. Candidata, vamos falar agora das eleições de 2010. A senhora obteve uma votação expressiva. Foram quase 20 milhões de votos. Mas o seu desempenho no seu estado, o Acre, onde a senhora fez toda a sua carreira política, onde as pessoas conhecem muito bem a sua forma de atuação e onde suas ideias e as suas ações são de conhecimento amplo por parte dos eleitores, a senhora tirou terceiro lugar. Ficou com metade dos votos do primeiro colocado, o então candidato pelo PSDB, José Serra. Ou seja, o eleitor acreano votou pesadamente na oposição ao governo federal. Aos eleitores dos outros estados do país que não a conhecem tão bem, como é que a senhora explicaria essa desaprovação clara no seu berço político?
Marina Silva: Em primeiro lugar é que esse terceiro lugar não estava tão distante do segundo. Eu fiquei muito próxima do segundo lugar, que foi a presidente Dilma.
Patrícia Poeta: Sim, mas foi metade do primeiro.
William Bonner: Metade do primeiro.
Patrícia Poeta: Metade do primeiro. Eu tenho aqui os números: 23,45%, a senhora; 52,13%, José Serra.
Marina Silva: Tem uma coisa, Patrícia, que até é um provérbio que a gente usa muito: é muito difícil ser profeta em sua própria terra. Sabe por quê? Porque, às vezes, a gente tem que confrontar os interesses. Eu venho de uma trajetória política que, desde os meus 17 anos, eu tive que confrontar muitos interesses no meu estado do Acre ao lado de Chico Mendes, ao lado de pessoas que se posicionaram ao lado da Justiça, da defesa dos índios, dos seringueiros, da ética na política. Isso fez com que eu tivesse que seguir uma trajetória que não era o caminho mais fácil. Aliás, na minha vida, nunca é fácil, não é? E, nesse caso, eu era candidata por um partido pequeno, em que…
Patrícia Poeta: Candidata…
Marina Silva: Não, mas deixa eu esclarecer…
Patrícia Poeta: Então tá, conclua aí para que a gente possa seguir aqui e fazer outras perguntas.
Marina Silva: Exatamente.
Patrícia Poeta: É justo com o telespectador.
Marina Silva: Por um partido pequeno, concorrendo contra duas máquinas muito poderosas, com 1 minuto e 20 segundos de televisão. E, mesmo assim, a candidata do PT, que tinha o governo do estado, senadores, deputados, vereadores, prefeitos… Eu fiquei muito próxima a ela. E isso…
Patrícia Poeta: O que eu estou querendo dizer é o seguinte: o berço político de um candidato é onde ele é mais conhecido pelos eleitores. Isso pode ser uma enorme vantagem para um candidato ou não. No seu caso não foi. Não seria como se os acreanos estivessem dizendo uma variação daquele velho ditado: “Quem não a conhece que vote na senhora”?
Marina Silva: Talvez você não conheça bem a minha trajetória.
Patrícia Poeta: Conheço, conheço, conheço, candidata. Nós estudamos bastante antes de fazer essa entrevista.
Marina Silva: Eu, como senadora… Mas eu faço questão de dizer porque eu acho que você tem um certo desconhecimento do que que significa ser senadora vindo da situação que eu vim. Eu não sou filha de político tradicional, não sou filha de nenhum empresário, porque, no meu estado, até a minha eleição, para ser senador da República, era preciso ser filho de ex-governador, era preciso ser filho de alguém que tivesse, de preferência, um jornal, uma TV e uma rádio para falar bem de si mesmo e falar mal daqueles que ficavam defendendo a Justiça.
Patrícia Poeta: A culpa é dos acreanos então?
Marina Silva: Não, não é culpa dos acreanos. É culpa das circunstâncias. Os acreanos foram muito generosos comigo em muitas vezes. Eu já cheguei a ficar quatro anos sem poder andar na metade do meu estado. Sabe por quê? Porque queriam fazer uma estrada sem estudo de impacto ambiental, sem respeitar terras dos índios e as unidades de conservação. E eu não podia trocar o futuro das futuras gerações pelas próximas eleições.
William Bonner: Candidata…
Marina Silva: Eu preferi pagar o preço de até perder os votos, mas lembra quando eu saí do Ministério do Meio Ambiente, que eu disse que eu perdia o pescoço, mas não perdia o juízo?
William Bonner: Vamos falar da sua chapa, candidata?
Marina Silva: Essa foi a minha trajetória no estado do Acre, essa tem sido a minha trajetória no Brasil e é assim que eu quero governar o Brasil.
William Bonner: Candidata.
Marina Silva: Fazendo aquilo que é necessário para as futuras gerações.
William Bonner: Candidata, me permita interrompê-la…
Marina Silva: E não o que é necessário para ganhar voto para as próximas eleições.
Patrícia Poeta: Daqui a pouquinho a senhora vai poder falar no um minuto e meio.
William Bonner: Me permita interrompê-la só para gente prosseguir com a entrevista. Queria falar sobre a sua chapa.  O vice na sua chapa: Beto Albuquerque. Ele foi um dos principais articuladores no Congresso Nacional da aprovação da medida provisória que aprovou o cultivo da soja transgênica aqui no Brasil. Ele também foi favorável a pesquisas com células-tronco embrionárias, são dois pontos em que eles se opõem a posições suas do passado. Além disso, ele aceitou doações de campanha – quando candidato – de setores da economia que a senhora não admitiria, setor de fabricantes de armas, fabricantes de bebidas. Esses exemplos não mostram que Marina e Beto Albuquerque são a união de opostos, aquela união de opostos tão comum na velha política, apenas para viabilizar uma chapa, para viabilizar uma eleição. O que que há de novo nessa política, candidata?
Marina Silva: Em primeiro lugar, mais uma vez eu quero trazer as informações para que a gente possa trabalhar com a realidade dos fatos. Uma questão fundamental: nós somos diferentes e a nova política sabe trabalhar na diversidade e na diferença. Agora, o fato do Beto ter uma posição diferente da minha em relação a transgênico em um aspecto. Há uma lenda de que eu sou contra os transgênicos. Mas isso não é verdade. Sabe o que que eu defendia quando era ministra do Meio Ambiente? O modelo de coexistência, o que significa áreas com transgênico e áreas livres de transgênico. Infelizmente no Congresso Nacional não passou a proposta do modelo de coexistência. E o Beto votou na proposta que acabou fazendo com que…
William Bonner: Mas na questão das células embrionárias há uma oposição forte…
Marina Silva: Nas células…
William Bonner: Mas eu lhe pergunto.  Veja se eu entendi: quando a união de opostos se dá com a senhora e alguém, então isso é uma união em prol do Brasil, é a superação de divergências. Quando essa união de opostos se dá com adversários seus, aí é o modelo da velha política, é uma conveniência eleitoral.
Marina Silva: Mais uma vez, William, eu quero dizer que você está trabalhando apenas com um lado da moeda.
William Bonner: Por quê?
Marina Silva: Você está trabalhando com o lado das diferenças que eu e Beto temos no episódio das células-tronco, que ele defende…
William Bonner: Não, não. Estou confrontando apenas com posições que a senhora tem assumido sobre a nova política em oposição à velha política. E não está clara para mim a diferença quando a gente vê dois candidatos de posições opostas unidos numa chapa. Era só essa a questão.
Marina Silva: Não está claro pra você, mas eu vou deixar claro para o telespectador. Mais uma vez eu insisto: você está apenas com um lado da moeda. Por exemplo, eu e Beto temos uma visão diferente em relação às células-tronco e em relação a transgênico. Mas tivemos um trabalho juntos, no Congresso Nacional, quando ele foi o relator da Lei de Gestão de Florestas Públicas do Ministério do Meio Ambiente, que criou o Serviço Florestal e que me ajudou a aprovar a lei da Mata Atlântica e tantas outras medidas importantes para o Ministério do Meio Ambiente. A vida não tem essa simplificação que muitas vezes a gente acha. Isso não tem nada a ver com velha política. Eu marquei a minha trajetória de vida trabalhando com os diferentes, na diversidade. E aí você está dando a oportunidade de que os telespectadores possam ver que essa história de que a Marina é intransigente.
Patrícia Poeta: Tá faltando um minuto, candidata.
Fonte: www,g1.com.br
Marina Silva: Que só conversa com aqueles que pensam igual a ela, não é tão verdade assim.
Patrícia Poeta: A senhora agora pode, então, usar esse um minuto e meio e falar com os seus telespectadores: dos projetos que a senhora tem para o país, quais seriam os prioritários?
Marina Silva: Em primeiro lugar, eu gostaria de poder dizer para os nossos telespectadores que um dos projetos mais importantes, neste momento da história do Brasil, é que a gente possa renovar a política. De que a gente não desista de ter na política aquilo que os brasileiros tanto querem, que é vê-la a serviço de resolver os principais problemas do cidadão. Infelizmente, a política tem sido motivo de apartação, de contenda, da luta do poder pelo poder. Para mim, a política deve ser utilizada para unir as pessoas, para que, mesmo com interesses diferentes, a gente seja capaz de mediar os conflitos e fazer aquilo que é melhor para o benefício do povo brasileiro. Como presidente da República, eu quero que você me ajude a ser presidente da República para ser a primeira presidente que vai, que assume o compromisso de que não vai buscar uma nova eleição, porque eu não quero ter um mandato que comprometa o futuro das próximas gerações.
Patrícia Poeta: OK, candidata.
Marina Silva: Eu quero para que a gente possa ter uma agenda para mudar o Brasil.
Patrícia Poeta: OK, 15 minutos já, 15 minutos e 16 segundos. Obrigada pela sua entrevista.
William Bonner: Muito obrigada candidata Marina Silva pela sua participação, pela sua entrevista no Jornal Nacional.