terça-feira, 8 de novembro de 2016

Direção da TCM participa de cerimônia de migração de rádio AM para FM em Brasília

       
    

A direção do Sistema Oeste de Comunicação (Grupo TCM), representada pelo superintendente Milton Marques, a diretora da TCM Zilene Medeiros e a diretora financeira Stella Maris, participou na manhã desta segunda-feira, 07, em Brasília (DF), da cerimônia de assinatura dos termos aditivos de adaptação das outorgas do rádio AM para o FM. O Grupo TCM conta com as rádios Princesa do Vale, em Assú, e rádio Vale do Apodi, em Apodi, que agora poderão migrar de AM para a freqüência FM. “A Anatel ainda vai definir o prazo final de migração de AM para FM, o que parece que será de no máximo 3 anos. Mas, até lá, é como se a rádio AM ficasse com as duas frequências. E enquanto FM, é de conhecimento de todos a qualidade técnica e o alcance, o que vai permitir que a rádio cresça porque poderá vender mais comerciais e isso pode, inclusive, criar uma nova geração de emprego. Com a 95 FM de Mossoró nós obviamente não precisávamos mudar de frequência, mas solicitamos o aumento de potência que foi concedido. Dentro de algum tempo, e não vai demorar muito, nós estaremos atuando em Mossoró com uma potência melhor para atingir áreas mais distantes. Estamos felizes e satisfeitos porque, na verdade, estamos concretizando mais esse sonho”, revelou Milton Marques de Medeiros.


Mais de 500 pessoas, entre radiodifusores de todo o país, empresários, presidentes de associações estaduais de radiodifusão e parlamentares, lotaram o Palácio do Planalto nesta data em que se comemora o Dia do Radialista, para acompanhar “A possibilidade de migração da faixa AM para FM que revigorou a força do rádio com melhor qualidade de áudio, diversidade de conteúdo, competitividade e maior alcance das emissoras por meio dos dispositivos móveis. O radiodifusor aceitou o desafio, mesmo sabendo das dificuldades enfrentadas por um setor que não escapou do momento econômico delicado que vem nos atingindo particularmente”, disse o presidente da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV), Paulo Tonet Camargo. O presidente da República Michel Temer destacou que “a migração é fundamental não apenas para a democracia, mas também para a livre atuação da imprensa, porque revela que esse direito não é só uma ideia, é uma ação”. 


Após os discursos, um radiodifusor de cada uma das cinco regiões brasileiras assinou o termo aditivo ao lado do presidente Michel Temer, do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ao todo, 244 radiodifusores se reuniram em Brasília para assinar a migração. A Abert calcula que a migração vai gerar um investimento da ordem de R$ 100 milhões em novos transmissores, sistemas irradiantes e outros equipamentos, além de mais de R$ 15 milhões em serviços.      

De acordo com o diretor-geral da ABERT, Luis Roberto Antonik, o ganho do rádio AM com publicidade é um décimo da arrecadação do FM. Além disso, o rádio FM tem 80% da audiência, enquanto o AM fica com apenas 20%. “Agora, emissoras centenárias ganharam uma sobrevida e poderão continuar no mercado prestando o serviço da radiodifusão”, conclui Antonik. Das 1.439 emissoras que solicitaram a migração, 53 assinaram os contratos de nova outorga em maio, totalizando 297 com as desta segunda-feira. Com a assinatura dos termos aditivos, as emissoras devem apresentar ao MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) o projeto técnico de instalação e solicitar à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a autorização para o uso da radiofrequência. Com a liberação, as emissoras já poderão transmitir na nova faixa.


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