quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Mudança de rotas é aprovada por 65% dos usuários



Usuários do transporte coletivo em Mossoró aprovam as recentes mudanças de itinerários, que contemplam as principais ruas do Centro. Segundo pesquisa realizada entre os dias 8 e 10 de fevereiro, a medida, implantada pela concessionária do serviço – Cidade do Sol – e Prefeitura, é aprovada por 65% dos passageiros.

Foram ouvidos usuários que utilizam regularmente as sete linhas que tiveram o itinerário modificado. As mudanças implantadas possibilitam a circulação na área do comércio e beneficiam diretamente trabalhadores do setor e comerciantes.


“Entendemos que o resultado da pesquisa é reflexo dos benefícios que foram proporcionados com a mudança de itinerário. A medida passou a atender diretamente quem vai ao comércio e quem trabalha no comércio, e isso refletiu em melhorias na vida do usuário”, avalia Waldemar Araújo, diretor da Cidade do Sol.

Outros números

Ainda de acordo com a pesquisa, um total de 10% dos entrevistados desaprova as alterações, 16% se dizem indiferentes às mudanças, e outros 9% não souberam opinar. A abordagem aos usuários ocorreu nas novas paradas de ônibus e dentro dos veículos.

As ruas contempladas com novas rotas e paradas de embarque e desembarque ficam em locais estratégicos, de grande concentração popular nas ruas Coronel Gurgel, Augusto Severo, Santos Dumont, Juvenal Lamartine, Alberto Maranhão, Dix-sept Rosado e Mário Negócio.

Gargalos

Apesar da aprovação dos usuários e dos resultados exitosos, atos de vandalismo e desrespeito às sinalizações são registrados em praticamente todos os novos pontos instalados. Há registros de placas quebradas, e, estacionamento de veículos na área de faixa amarela, destinada ao embarque e desembarque de passageiros.

“Infelizmente estamos tendo esses problemas, que prejudicam a realização de um serviço ainda melhor. Os pontos de ônibus estão cheios de carros estacionados, mesmo sendo proibido. Mas acreditamos que os motoristas, com o tempo, vão se conscientizar e se adequar à nova realidade”, lamenta.


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