terça-feira, 22 de agosto de 2017

Caso Previ é entregue ao promotor José Alves e ao presidente do TCE-RN Gilberto Jales


O nebuloso caso na gestão anterior da Previ-Mossoró, que deixou um “rombo” de R$ 32 milhões e ainda retirou R$ 7 milhões da conta local do Banco do Brasil para realizar operação financeira suspeita numa instituição bancária em São Paulo, será investigado pelo Ministério Público Estadual (MPRN) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN).

O caso chegou ao conhecimento público durante entrevista do atual presidente da Previ, economista Elviro Rebouças, aos jornalistas Esdras Marchezan e Saulo Vale no Jornal de Tarde que é transmitido pela Rádio Rural AM.


No MPRN, toda documentação foi entregue ao promotor José Alves de Rezende Neto, titular da 19ª Promotoria de Justiça. No TCE-RN, a documentação foi recebida pelo presidente da Corte, conselheiro Gilberto Jales.

Segundo revelou Elviro Rebouças, a gestão passada recolheu R$ 10 milhões dos servidores públicos municipais e não repassou à Previ. E o não recolhimento da classe patronal foi de R$ 22 milhões, compreendendo os anos de 2014,2015 e 2016.

Para piorar, no apagar das luzes da gestão Silveira Júnior (PSD), foi feito um parcelamento em 60 meses de uma dívida de R$ 24 milhões, sem que tenha sido autorizado pelo conselho da previdência municipal. Mais grave ainda é que a gestão anterior sequer estava honrando com parcelas de renegociações.

A operação financeira de quase R$ 7 milhões com um banco de São Paulo també não passou pelo crivo do conselho da Previ. O curioso é que a transação foi feita no dia 29 de dezembro de 2016, último dia de expediente bancário.

*defato.com


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