sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Suspeito de integrar facção que domina a Rocinha se entrega na Polícia Federal

Suspeito de integrar facção que domina a Rocinha se entrega (Foto: Divulgação)

Suspeito de integrar facção que domina a Rocinha se entrega 

Edson Antônio da Silva Fraga, conhecido como Dançarino, se entregou na tarde desta sexta-feira (22) na sede da Polícia Federal, na Praça Mauá, no Centro do Rio. As informações são do RJTV.

De acordo com publicação no Portal dos Procurados, Edson integra a facção criminosa Amigo dos Amigos (ADA), que domina o tráfico de drogas na comunidade. Até esta sexta-feira, Edson era indicado como procurado no portal.
Após se apresentar na PF, Edson seria levado para a 11ª DP (Rocinha).
Exército faz cerco à Rocinha
Equipe militares chegaram por volta das 15h30 desta sexta-feira ( 22) à Rocinha, horas após o anúncio do reforço anunciado pelas autoridades de segurança. Inicialmente, um helicóptero das Forças Armadas sobrevoou a região.
Pouco depois, tropas por terra chegaram em comboio com muitos veículos (veja programa ao vivo e acompanhe a cobertura em tempo real).
O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou no Palácio do Planalto, depois de uma reunião com o presidente Michel Temer, que 950 homens das Forças Armadas – dos quais 700 da Polícia do Exército – e pelo menos dez blindados vão participar do cerco.
Carro do Exército já circula perto da região da Rocinha
Ele deu a informação pelo Twitter depois de uma entrevista coletiva na qual tinha anunciado inicialmente 700 homens da Polícia do Exército.

Na manhã desta sexta, o Batalhão de Choque da Polícia Militar do Rio fez uma nova operação na Rocinha, a quinta em cinco dias. Houve um intenso tiroteio entre policiais e criminosos. Traficantes fizeram disparos da área de mata da Rocinha contra policiais que cercavam a comunidade.
Jungmann disse que os militares participarão do cerco a fim de liberarem os policiais do Rio possam subir o morro para fazer o enfrentamento com as quadrilhas de traficantes de drogas que dominam a comunidade. "Exército não substitui polícia", afirmou Jungmann.


*G1

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