sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Comitê de Combate às Arboviroses se reúne para definir estratégias de combate ao Aedes aegypti

 A Secretaria Municipal de Saúde reuniu o Comitê de Combate às Arboviroses, formado por representantes de várias instituições, em uma reunião na manhã desta sexta-feira, 01, para discutir estratégias de atuação. As autoridades sanitárias estão preocupadas com a possibilidade de nova epidemia de arboviroses no início do próximo ano (dengue, zica e chikungunya), já que há uma expectativa de pluviometria regular em 2018.


O Ministério da Saúde classificou os municípios de acordo com o Índice de Infestação Predial, que é o número de imóveis onde foram encontradas larvas de mosquitos transmissores. Em Mossoró, esse índice estava, no início do ano, em 7,9%, agora caiu para 4,3. Mesmo com essa diminuição, esse número ainda é preocupante, já que o recomendado pelo Ministério da Saúde é que esse percentual seja de no máximo 1%. É necessário que toda população se envolva para combater os focos de reprodução dos mosquitos transmissores de doenças.

Neste ano, o município contabilizou 1.186 casos de dengue, 03 de zika, 609 de chikungunya, confirmando 1.016 de dengue, nenhum de zika e 17 de chikungunya. Segundo o Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) os bairros mais afetados com Índice de Infestação Predial em Mossoró são o Dix-Sept Rosado (16,1%), Bom Jardim (12,1%), Alagados (10%), Bom Jesus (9,5%), Planalto 13 de Maio (8,9%), Santo Antônio (7,4%), Alto da Conceição (6,8%), Dom Jaime Câmara (6,2%), Sumaré (6,1%) e Lagoa do Mato (5,8%).


O Professor Francisco Carlos está acompanhando as atividades que estão sendo planejadas e que em breve serão executadas pelo município. Algumas estratégias já foram definidas, como o envolvimento de várias secretarias municipais (Saúde, Educação, Serviço Público e Segurança), e de outras instituições públicas e organizações da sociedade civil. Também está sendo pensada a realização de uma campanha de divulgação.


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