terça-feira, 3 de abril de 2018

OBVIO RN divulga relatório dos dados da violência homicida dos três primeiros meses de 2018



Os esforços das muitas pessoas que compõem e/ou colaboram com o OBVIO Observatório da Violência do Rio Grande do Norte se transformaram num mapeamento da violência fora das instâncias governamentais sem precedentes.

Entre 2016 e 2017 o Instituto e Grupo de Pesquisa publicou 17 boletins mensais e 4 especiais sobre feminicídios, num total de 21 edições de material pesquisável. Nesses primeiros dias de 2018 já foram publicados também o anuário 2017, duas revistas especiais com temas específicos e agora lançamos nossa primeira publicação trimestral. Nossas 25 revistas de crimeanálise, ou seja, material científico analítico-criminal, totalizam mais de (500) quinhentas páginas dedicadas à transparência e à publicização de dados e informações aferidas e auditadas sobre segurança pública, criminalidade e violência para colaborarem com estudos diversos sobre essas temáticas.


O caminho editorial do OBVIO RN tem sido pautado na necessidade de se vislumbrar a dinâmica real da violência e da criminalidade e de mostrar como esse processo vem definindo as ações de segurança pública praticadas no estado, fazendo uma análise de gestão dentro período em que ela ocorre, ou seja, a partir de 2015.

Nesse OBVIUM Mapeamento da Violência Homicida Potiguar, 1º Trimestre de 2018: Janeiro Fevereiro Março o OBVIO RN aborda a desaceleração nos números de homicídios em 2018, sempre cuidadosos, como cientistas, diante de um fato inusitado. Essa cautela se deve à aceleração desenfreada que vem acontecendo após outubro de 2015 e que resultou na maior mortandade já vista no Rio Grande do Norte.

O OBVIO Observatório da Violência do Rio Grande do Norte, Instituto Marcos Dionisio Medeiros Caldas, tem um compromisso social, respeitando os caminhos de nosso fundador, divulgando um extrato de nossa pesquisa científica para dar aos pesquisadores, jornalistas e gestores públicos a tônica real da criminalidade no Rio Grande do Norte, fugindo da intervenção publicitária que tem levado muitos ao erro.

Clique AQUI e tenha acesso ao Relatório completo.

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