domingo, 29 de abril de 2018

Sem nominata na proporcional, PDT pode prejudicar reeleição de Walter Alves ou Felipe Maia

Tá complicada a articulação em torno da coligação do PDT do pré-candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT) com o MDB e o DEM dos senadores e pré-candidatos à reeleição, Garibaldi Filho e José Agripino Maia.
Na majoritária, tá tudo muito bom, tá tudo muito bem.
Mas, quando desce para as coligações proporcionais, dá xabu geral.
Sem nominata, o PDT pode juntar os dois partidos que também não contam com nomes na disputa federal além dos já deputados Walter Alves (MDB) e Felipe Maia (DEM).
Então…
Corre o risco dos 3 partidos se aliarem, e pela falta de nominata para bater esteira, só elegerem um dos dois deputados.
Como é preciso juntar 200 mil votos para eleger um, sem puxadores de votos, poderá não haver sobra suficiente para eleger o segundo.
*Thaisa Galvão


Os deputados Walter Alves e Felipe Maia, que tem bases sólidas pelo estado afora, seriam os prejudicados nessa história toda.
No PDT se fala na possibilidade de candidatura da vereadora Júlia Arruda para arregimentar votos.
É pouco.
Mas, não sendo eleita, Júlia retornaria à Câmara Municipal para seguir seu mandato de vereadora.
Resta saber se Júlia entraria numa disputa difícil para colaborar com um projeto que não é dela.
Convidada para outras candidaturas além da Câmara em outras eleições, Júlia Arruda nunca se arriscou a dar um passo maior do que suas pernas.
Mantém um mandato atuante na Câmara, até quando puder trocar de categoria no legislativo.
Ou quem sabe, ingressar no executivo.

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