quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Carlos Eduardo questiona Ministério Público por abrir inquérito contra ele a pouco mais de 20 dias da eleição



O ex-prefeito de Natal e candidato ao governo do estado, Carlos Eduardo Alves (PDT), alvo de inquérito aberto pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte para investigar suposto pagamento de propina por parte do Seturn, em troca da autorização para reajustar o preço da passagem de ônibus em Natal, emitiu nota sobre o assunto.

Segue a nota:


Fui prefeito de Natal durante 12 anos. Durante esse tempo, a Prefeitura autorizou reajustes na tarifa de transporte coletivo para atender aumento de custo com trabalhadores, combustível e demais insumos. Reajustes que sempre seguiram parâmetros técnicos e somente autorizados depois de aprovados por um conselho formado por 31 integrantes da prefeitura, empresas e usuários. Em todo esse período nunca houve uma denúncia de irregularidades nesse assunto;

Em 30 anos de atividade política, exercendo cargos de deputado estadual, secretário de Estado, vice-prefeito e prefeito de Natal por quatro vezes, nunca respondi a nenhum processo de improbidade ou por desvio de conduta ética. Sei que isso deve incomodar a quem não pode dizer a mesma coisa.

Considero estranho que, a pouco mais de 20 dias antes da eleição, surja a abertura de um inquérito para investigar aumento de tarifa no transporte coletivo, autorizado em maio de 2018, quando nem prefeito eu era mais; tampouco acredito que o prefeito Álvaro Dias tenha cometido qualquer ilicitude;

Informo que minhas contas de campanha estão disponíveis no TRE e nelas não existe e nem existirá qualquer doação de empresa de ônibus; podem verificar.

Uma investigação isenta provará essa verdade. E uma divulgação pelos veículos de comunicação igualmente comprometidos com a verdade e desvinculados de interesses ocultos, haverão de reparar esse equívoco.



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