sábado, 8 de setembro de 2018

Em Mossoró, apoiadores de Bolsonaro fazem orações e pedem paz; presidenciável é transferido para SP


Os apoiadores do candidato à Presidência da República pelo Partido Social Liberal – PSL, Jair Bolsonaro, se reuniram na noite de quinta-feira, 6, em um ato de fé pela saúde do presidenciável. De mãos dadas, eles fizeram um círculo na Praça Cícero Dias, do Teatro Dix-huit Rosado e fizeram orações pela sua recuperação e pediram paz.

O ato foi mobilizado pelo candidato a deputado estadual do PSL-RN, Dr. Daniel e membros do Movimento Direita Mossoró. O candidato a deputado chegou a dizer que o  momento é para "refletirmos e discutirmos sobre a intolerância, o ódio e a agressão tomem o lugar do debate democrático de ideias".


Antes de ser esfaqueado, Bolsonaro causou controvérsia nas redes ao simular um fuzilamento durante campanha em Rio Branco, no Acre, no sábado (1(. De cima de um trio elétrico, enquanto discursava para apoiadores no último sábado, o político "empunhou" um tripé de câmera como arma e disparou contra seus adversários petistas.  "Vamos fuzilar a petralhada aqui do Acre. Vamos botar esses picaretas para correr do Acre. Já que gostam tanto da Venezuela, essa turma tem que ir para lá. Só que lá não tem nem mortadela. Vão ter que comer capim mesmo", disse.

Jair Bolsonaro (PSL),  foi levado para um hospital de São Paulo na manhã desta sexta-feira (7). O filho do parlamentar, Flávio Bolsonaro, confirmou que o pai teve condições de ser transferido já nesta manhã para o hospital Albert Einstein, em São Paulo, porque o quadro de saúde foi estabilizado.

Bolsonaro deixou a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, para onde foi levado após o ataque, por volta de 8h20 desta sexta-feira. O jatinho que o levava aterrissou em São Paulo pouco antes de 9h45.

Segundo Flávio, o pai "passou a noite bem" após ser submetido a uma cirurgia para tratar lesões decorrentes do atentado em Juiz de Fora, Minas Gerais. No início da madrugada, uma avaliação médica havia constatado que ainda não havia possibilidade de transferência, porque a pressão de Bolsonaro, naquele momento, ainda estava instável.

Mossoró Hoje


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