terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Com salários atrasados, Polícia Militar ameaça não sair às ruas neste final de ano


O presidente da Associação de Praças da Polícia Militar de Mossoró e Região, Tony Fernandes, informou, em entrevista concedida ao jornalista Saulo Vale, que existe a possibilidade de ocorrer o movimento “Segurança com Segurança”, o mesmo que ocorreu no final do ano passado e início de 2018.

Ele se refere ao movimento de aquartelamento da categoria, que ocorreu no final de 2017 e durou 23 dias, quando a PM deixou de ir às ruas. “Além da falta de pagamento do décimo terceiro, ainda temos péssimas condições de trabalho”, critica.


As associações da PM se reúnem nesta terça-feira (18) em Natal para decidir se aderem à mobilização de aquartelamento. A principal queixa é a falta de pagamento do 13° salário de 2018 e do mês de dezembro, além do 13° salário de 2017, que não foi pago para quem recebe acima de R$ 5 mil.

“Para agravar a situação, o Tribunal de Justiça entendeu que [o Governo] não poderia antecipar os recursos dos royalties do petróleo. A gente vê que enquanto há instituições muito bem, com décimo em dia, diárias em dia e condições de trabalho, ainda com licenças-prêmio e férias pagas, os servidores do Executivo vivem sem ter o mínimo”, critica.

Jornal De Fato


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