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“Momento de muita dor diante do assassinato do cabo Figueiredo. Militante idealista, respeitado, um companheiro, um amigo muito querido. Seremos firmes na cobrança de investigação séria e profunda para que os responsáveis sejam identificados e punidos com os rigores da lei. A família e aos amigos e amigas de Figueiredo, todo o nosso sentimento de solidariedade”, disse a governadora eleita, em áudio enviado pelo presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM do Rio Grande do Norte, Roberto Campos.

Fátima não acompanha o sepultamento do PM por questões de agenda. Ela tinha viagem marcada à Jucurutu, Seridó potiguar, para compromissos junto a Barragem de Oiticica.


O PM Figueiredo era conhecido na Polícia Militar por ser um entusiasta dos Direitos Humanos dentro da corporação. Formado em Direito, utilizava o conhecimento por uma polícia "mais humana", como costumava dizer. O soldado João Maria era ligado a movimentos sociais e ao Partido dos Trabalhadores (PT). Nas redes sociais, o que se viu foi homenagens e personalidades políticas que lamentaram a morte do policial.
 
Militante dos direitos humanos, João Maria Figueiredo era presença constante em mesas-redondas e debates sobre temas como a tortura por agentes do Estado e descriminalização das drogas. Em março deste ano, ele participou de mesa-redonda na Universidade Federal da Bahia sobre “Violações aos direitos humanos dentro das corporações policiais”.

Colegas descrevem o soldado como um “petista histórico” e alguém “de dentro da cozinha da governadora”. Membros da Associação de Cabos e Soldados relataram que João Maria aparentemente não tinha inimigos e, mesmo com a existência de divergências políticas, não havia um histórico de ameaças.


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