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O futuro ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo afirmou no domingo (23), no Twitter, que "nenhum representante" da Nicarágua será recebido na posse presidencial de Jair Bolsonaro (PSL) no dia 1º de janeiro. Segundo Araújo, a decisão foi tomada "frente às violações do regime Ortega contra a liberdade do povo", em referência a Daniel Ortega, presidente do país da América Central.



A insatisfação contra o governo da Nicarágua cresceu no último sábado (22), quando Ortega fechou um canal de TV crítico ao regime e mandou prender jornalistas. Apoiadores do Bolsonaro, como a deputada eleia por São Paulo Janaína Paschoal (PSL-SP), foram ao Twitter pedir que o mandatário do país não fosse convidado para a posse.

Cuba e Venezuela também não foram convidados para a posse. Responsável por enviar os convites para a cerimônia, o Itamaraty informou no último dia 17 que Bolsonaro havia determinado incialmente que fossem convidados "todos os chefes de Estado e de Governo dos países com os quais mantemos relações diplomáticas". O pedido, no entanto, foi depois retificado para excluir Cuba e Venezuela depois que seus presidentes (Miguel Díaz-Canel e Nicolás Maduro) já haviam recebido convites. Não havia, àquela altura, nenhuma menção à Nicarágua.

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