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Depois de oito protocolos e 18 dias de greve, a prefeita Rosalba Ciarlini cede às pressões dos professores prejudicados com o reajuste dos salários abaixo do piso nacional, e marca audiência para esta quarta-feira (26), às 10h, no Palácio da Resistência. O ofício foi publicado no início da tarde de terça-feira (25). Veja o ofício abaixo:



Segundo Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Mossoró (SINDISERPUM), "a  Prefeitura de Mossoró não paga o piso nacional. "A prefeita deveria envergonhar-se de promover a desvalorização da carreira dos professores. Se o professor fez faculdade, depois especialização, mestrado e até doutorado, não é justo uma carreira e remuneração digna? Ao desvalorizar o professor a Gestão Rosalba despreza o futuro das crianças", afirmou a sindicalista.

A pauta com a reivindicação dos professores foi entregue à Prefeitura no dia 17 de dezembro do ano passado. Sem qualquer abertura para negociações, o Executivo está tentando agora empurrar goela abaixo um reajuste de 3,75%, diferente do que foi definido pelo MEC que seria de 4,17%. " Essa é a realidade que professores e crianças estão submetidos. E a prefeita Rosalba acha pouco o descaso e ainda quer tirar direitos dos professores", disse a presidente do sindicato, Marleide Cunha.

Um Projeto de Lei (nº 138) foi encaminhado à Câmara Municipal para que votasse em regime de urgência na sessão plenária, do dia 12 de março. Os professores também foram às ruas contra esta arbitrariedade da gestão Rosalba Ciarlini." A negação da prefeitura de Mossoró ao dialogo vai deixar milhares de crianças e adolescentes sem aula. Vamos conversar, prefeita", afirmou a sindicalista. " A prefeita Rosalba Ciarline nega o reajuste do MEC aos professores, destrói a carreira docente, não dialoga, é autoritária e ainda exibe um discurso de valorização. Depois não sabe porque estamos em greve".

Mossoró Hoje


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