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A Sondagem Indústria da Construção, elaborada pela FIERN, aponta que, no mês de março, a atividade do setor registrou queda mais intensa e ficou abaixo do padrão usual para o período, tendência que se repete ininterruptamente desde outubro de 2013. Acompanhando o desempenho negativo da atividade, o número de empregados também caiu. O nível médio de Utilização da Capacidade de Operação (UCO), por sua vez, atingiu 46%, situando-se no patamar médio dos últimos quatro meses.


No primeiro trimestre de 2019, tanto a margem de lucro operacional como a situação financeira das empresas foram avaliadas como insatisfatórias pelos empresários, o acesso ao crédito foi considerado difícil, e os preços médios das matérias-primas percebidos como mais elevados.

Entre os cinco problemas mais citados no primeiro trimestre de 2019, a demanda interna insuficiente permaneceu no topo do ranking – pelo terceiro trimestre consecutivo -, seguindo-se elevada carga tributária, inadimplência dos clientes, altas taxas de juros e falta de capital de giro.

As expectativas dos empresários em relação ao desempenho da atividade, das compras de matérias-primas e do número de empregados nos próximos seis meses se reverteram em abril, uma vez que os respectivos indicadores caíram abaixo dos 50 pontos. Por outro lado, as perspectivas com relação à evolução futura dos novos empreendimentos e serviços, seguem positivas, mas menos otimistas do que no levantamento anterior. A intenção de investimento também voltou a cair.


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