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Após divulgação da recusa dos Estados Unidos de apoiar a inclusão do Brasil na Organização de Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil se manifestaram publicamente negando que tenha havido quebra de promessas, afirmaram que o combinado segue valendo e justificaram que a OCDE tem que ter crescimento controlado.

“A declaração conjunta de 19 de março do presidente Trump e do presidente Bolsonaro afirmou claramente o apoio ao Brasil para iniciar o processo para se tornar um membro pleno da OCDE e saudou os esforços contínuos do Brasil em relação às reformas econômicas, melhores práticas e conformidade com as normas da OCDE. Continuamos mantendo essa declaração”, afirmou a embaixada em nota.

Apesar do comunicado, os Estados Unidos optaram por apoiar o ingresso da Argentina e Romênia, podendo futuramente voltar a conversar sobre uma possível ampliação da OCDE para agregar o Brasil.

Como resposta a esta situação, a embaixada norte-americana em solo brasileiro afirmou que apoia a expansão da OCDE, mas ressaltou que esta expansão tem que acontecer em um ritmo controlado.

"Apoiamos a expansão da OCDE a um ritmo controlado que leve em conta a necessidade de pressionar as reformas de governança e o planejamento de sucessão. Continuaremos a trabalhar com outros membros da OCDE para encontrar um caminho para a expansão da instituição. Todos os 36 países membros da OCDE devem concordar, por consenso, com o calendário e a ordem dos convites para iniciar o processo de adesão à OCDE", diz o texto.

A OCDE é conhecido como “clube dos países ricos” por reunir muitas nações desenvolvidas. Para ser indicado por Trump, o Brasil aceitou renunciar ao tratamento diferenciado que recebia como país emergente nas Organizações Mundial do Comércio (OMC).

Congresso em Foco


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