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Muitas vezes a definição das duas restrições podem se confundem, mas a alergia ao leite e a intolerância à lactose são condições totalmente diferentes. No entanto, ingerir leite e derivados pode desencadear ambas.

‘‘A alergia ao leite de vaca é a reação do organismo à proteína  presente no leite e em todas as proteínas de origem animal. Já a intolerância à lactose seria a deficiência ou a diminuição dos níveis da enzima lactase no organismo’’, explica o alergologista do Hapvida Saúde, Roberto Pacheco.

Os exemplos práticos acabam esclarecendo também essa diferença entre as duas coisas. Quando uma pessoa alérgica ingere o leite da vaca, o sistema imunológico reage como se estivesse sendo atacado por algum microorganismo estranho. Por isso, as células se defendem e causam consequências no organismo que acaba se tornando sensível a proteína.

‘‘As consequências podem envolver diversos órgãos, provocando inchaço nos lábios, coceira, manchas avermelhadas na pele, tosse, falta de ar. Esse quadro cutâneo é um sintoma do processo alérgico’’, esclarece o especialista do Hapvida Saúde. Normalmente, a intolerância à lactose tem sintomas intestinais, como: cólica, diarreia, gases, distensões abdominais e sensação de inchaço.

No quadro de intolerância à lactose, onde o organismo tem dificuldade em quebrar e digerir essa substância, que é encontrada no leite e em outros produtos lácteos, existem três tipos. ‘‘Pode acontecer quando a pessoa já nasce com a intolerância, pode ser também devido ao avanço da idade ou quando o quando o intestino delgado não produz mais uma quantidade normal de lactase’’, pontua o médico Roberto Pacheco.

É comum as alergias aparecerem em crianças e bebês, por isso o aleitamento materno é recomendado, inclusive, para ativar os anticorpos contra alergias que venham a surgir no paciente. ‘‘Quando notar alguma mudança ou sintoma é necessário procurar um acompanhamento do especialista que se mostra fundamental para evitar equívocos de diagnóstico. Hoje a indústria está bem evoluída a oferecer alimentos e medicações para pessoas que possuem essas restrições’’, finaliza.


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