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Os Invasores da embaixada da Venezuela, apoiadores do presidente autoproclamado Juan Guaidó, deixaram no fim da tarde de quarta-feira (13) o terreno da embaixada do país, após invadirem o espaço no começo da manhã de quarta-feira. Eles saíram do local em um microônibus, cercado por viaturas da polícia.

Antes de sair, os invasores pró-Guaidó passaram um tempo na parte externa da casa, após serem expulsos dos prédios da embaixada pelos funcionário.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, responsabilizou o governo pelo incidente que colocou em risco a segurança da equipe diplomática e as instalações da sede da embaixada venezuelana em Brasília.

"Denunciamos que as instalações da nossa embaixada em Brasília foram invadidas pela força no início da manhã. Responsabilizamos o governo do Brasil pela segurança de nossa equipe e instalações. Exigimos respeito pela Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas ”, escreveu Arreaza no Twitter.

Estima-se que de 15 a 20 pessoas participaram da invasão, onde estavam representantes do corpo diplomático venezuelano - muitos desses diplomatas moram na embaixada e estão no terreno com os filhos pequenos.

Um helicóptero da PM, policiais do choque e dezenas de manifestantes foram à embaixada após a entrada dos invasores. Durante a tarde, aconteceram princípios de brigas entre os dois grupos, e um homem foi levado pela polícia.

A ação das autoridades foi comandada pelo Itamaraty, que enviou o Coordenador-Geral de Privilégios e Imunidades, Maurício Correia, ao local.

Representantes do corpo diplomático, movimentos sociais e líderes da oposição classificam a medida como uma invasão. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) também os classificou dessa forma, apesar de considerar Guaidó como presidente da Venezuela.

Invasão de embaixadas é considerada grave violação da Convenção de Viena e das normas internacionais de convivência entre os países.


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