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O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) confirmou, na 6ª feira (22), a abertura de 1 novo inquérito para investigar a presença de funcionários fantasmas no gabinete do então deputado estadual e atual senador, Flavio Bolsonaro (sem partido-RJ). A sindicância foi aberta no dia 23 de setembro.

Flavio já era investigado também em outro inquérito pela prática conhecida como “rachadinha”, quando funcionários devolvem parte do salário recebido para o contratante.

Essa sindicância é baseada em relatórios do antigo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), atual UIF (Unidade de Inteligência Financeira) e está paralisada por decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Dias Toffoli, que viu ilegalidade no uso de dados da Coaf em investigações sem autorização prévia da Justiça. O tema está em discussão no plenário do Supremo, que retomará o julgamento a 4ª feira (27.nov.2019).

De acordo com o MP, a nova investigação é independente e não tem ligação com a anterior.

NOTA DA DEFESA

Em nota, a defesa do senador negou a acusação e afirmou que todas as pessoas que foram nomeadas para o gabinete de Flavio na Alerj eram qualificadas para as funções que exerciam.

Poder 360


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