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O câncer de pele é o câncer mais frequente no Brasil e corresponde a 25% de todos os tumores malignos registrados no país. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), para o ano de 2019, estimam-se que sejam registrados 85.170 novos casos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 entre mulheres em todo o país. Esses valores correspondem a um risco estimado de 82,53 casos novos a cada 100 mil homens e 75,84 para cada 100 mil mulheres.

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. “Pessoas acima de 40 anos e com histórico de exposição solar em excesso, bem como as que possuem pele e olhos claros são as mais atingidas. Os principais sinais de alerta são a presença de um sinal ou pinta que cresce de forma irregular, sinal de coloração muito escura ou com variações de cor”, explica o médico cirurgião de cabeça e pescoço da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), Dr. Jorge Moura.

Este câncer surge com maior freqüência em partes do corpo que ficam expostas ao sol, como rosto, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas. Com a proximidade do verão as pessoas costumam frequentar mais o litoral e se expor ao sol, então, os cuidados devem ser redobrados, principalmente no período entre as 10h e às 16h, onde a intensidade solar geralmente é maior.  Também é importante sempre utilizar filtros solares com fator de proteção 15 ou mais.

“A forma de prevenção que se pode indicar é basicamente evitar os horários de maior incidência de raios ultravioletas, fazer o uso correto de bloqueador solar e realizar uma consulta imediata no especialista, caso se observe alguma das alterações já citadas”, destaca o médico.

De acordo com o Setor de Registro Hospitalar de Câncer (RHC) da Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC), no ano de 2018, a Liga detectou 390 novos casos de câncer de pele. “Geralmente a cirurgia é curativa e terapias auxiliares como a radioterapia e outros são necessários apenas em casos selecionados. O índice de sucesso do tratamento é elevado com a cura na maioria dos pacientes, mas para isso é importante realizar o diagnóstico preciso e precoce”, alerta o Dr. Jorge Moura.   



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