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A conclusão da venda da participação da Petrobras no polo Riacho da Forquilha, na segunda-feira (9), afirma novo cenário de produção terrestre na Bacia Potiguar. A avaliação é da Associação Redepetro RN, que congrega fornecedores de bens e serviços à cadeia de petróleo e gás no Estado.

A negociação de 34 campos na região de Mossoró foi finalizada, com o pagamento à Petrobras de US$ 266 milhões pela Potiguar E&P S.A., subsidiária da Petrorecôncavo S.A, após o cumprimento de todas as condições precedentes e ajustes previstos no contrato.

“É um marco divisor. Agora, a Potiguar E&P terá a oportunidade de mostrar que é possível aumentar a produção de petróleo em campos maduros. Podemos dizer que o segmento de produção terrestre saiu da inércia”, analisa o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias.

Ele atribui o otimismo ao reaquecimento do setor, após anos de declínio em razão do desinvestimento da Petrobras, que foca em águas profundas e ultraprofundas, e iniciou venda de campos maduros à iniciativa privada. Riacho da Forquilha é o primeiro negócio a ser concretizado no RN.

Resposta

“Paralelo a esse movimento da Petrobras, está o retorno dos Leilões Permanentes da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), nos quais outros campos maduros no Rio Grande do Norte estão sendo arrematados por empresas”, lembra Dias.


O mercado já começou a responder. Segundo ele, o Brasil registra aumento de vagas e de salários no setor de petróleo, após cinco anos de encolhimento sem trégua. “O início de contratações pela Potiguar E&P demonstra que esse movimento já chegou por aqui”, exemplifica.


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