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A Petrobras vai aumentar, em média, 5% os preços de venda do gás liquefeito de petróleo (GLP) em suas refinarias e bases a partir desta sexta-feira. O reajuste é válido para todos os tipos de GLP, desde o residencial, conhecido como gás de cozinha nos botijões de 13 quilos, até o industrial e comercial, vendidos em vasilhames de 20 kg, 45 kg e acima de 90 kg, incluindo a granel.

Os preços do GLP, como dos demais derivados são livres. Mas, segundo um técnico do setor,  considerando  que a  matéria-prima  representa  cerca de 54% do preço final do produto, o impacto final aos consumidores pode variar entre 2% a 3%, desde que seja feito apenas o repasse do aumento dos preços nas refinarias da Petrobras.

Na quinta-feira (26), a Petrobras anunciou que renovou contratos com 12 distribuidoras estaduais de gás natural canalizado, com base em uma nova fórmula que permitirá redução média de 10% em relação ao contrato anterior, dependendo do preço do petróleo e da taxa de câmbio.

Esse gás é diferente do GLP. Por isso, o aumento no preço do gás de cozinha não tem relação com o gás canalizado. Este último chega à casa dos consumidores por meio de distribuidoras como a Naturgy (antiga CEG e CEG-RIO) ou Comgás, por exemplo.

No caso do GLP residencial vendido em botijões de 13kg,  houve, de janeiro até agora, um reajuste médio de 10% nas refinarias da Petrobras, segundo cálculo de um especialista.

Já o GLP vendido para indústria e comércio, que até novembro tinha preços diferenciados do gás de botijão, registrou uma redução média da ordem de 10% no ano nas  refinarias.

O Globo


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