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Após registrar o primeiro saldo positivo de empregos em três anos no Rio Grande do Norte, o setor de petróleo deve obter desempenho ainda melhor em 2020. A expectativa foi apresentada pela Redepetro RN, no 38º Seminário Motores do Desenvolvimento, na quarta-feira (18), em Natal.

Soma-se ao saldo de 104 empregos entre janeiro e julho no Estado – e perspectiva de ampliação no fechamento de 2019 –1.116 contratações no onshore brasileiro (produção em terra) este ano, conforme consulta da Redepetro em 48 empresas associadas no RN e outros Estados.

Os dados foram compartilhados pelo presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, no painel “Novas Perspectivas da cadeia produtiva de petróleo e gás no Rio Grande do Norte”, que dissecou o momento considerado histórico de abertura do mercado de petróleo e gás no RN.

Reaquecimento

É que, com foco no Pré-sal, a Petrobras vendeu campos na bacia terrestre potiguar para outras empresas do ramo. “Até então, só existia um mercado, que era da Petrobras. Agora, com a entrada de novos operadores, esse mercado se abriu, e vários operadores vão produzir”, explica.

Nesse cenário, Dias acrescenta que o setor terá retomada de investimentos a curto prazo; ampliação do compartilhamento dos campos com operadores menores;  entrada de novos operadores para aumentar a demanda de serviços no setor e apoio político mais sistemático.

“É fundamental atenção máxima no Rio Grande do Norte à cadeia de petróleo e gás, a qual pode gerar até oito empregos indiretos para cada emprego direto”, reforça o presidente da Redepetro – associação que congrega empresas de bens e serviços do segmento no Estado.

Compromisso

O Seminário Motores do Desenvolvimento reuniu especialistas e autoridades, como o Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e a governadora Fátima Bezerra, os quais, apesar do otimismo com o novo mercado, garantiram a permanência da Petrobras no Rio Grande do Norte.


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