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Zoivo Barbosa foi um dos fundadores do Baraúnas

A Associação Cultural Esporte Clube Baraúnas celebra 60 anos de fundação nesta terça-feira (14). Surgiu pelas mãos dos desportistas Zoivo Barbosa (in memoriam) e Expedito Bolão (in memoriam) no início da década de 1960.

O primeiro presidente foi Francisco Martins de Medeiros.

O “Leão da 12" está adormecido há dois anos, fora dos gramados, por crise financeira. Mas, novos dirigentes prometem voltar em 2021, com o saneamento das finanças e melhor organização.

Baraúnas surgiu a partir do bloco carnavalesco que fez história no Carnaval de Mossoró. A ideia era transferir para o futebol a mesma paixão que os carnavalescos/desportistas tinham pelo bloco de rua Baraúnas.

Deu certo, a partir da determinação de um grupo de pessoas lideradas por Zoívo Barbosa, que foi técnico do time de futebol por várias vezes, e do vereador Expedito Bolão.

Baraúnas disputou o primeiro Campeonato Estadual de Futebol Profissional em 1976, dois após seu maior rival, o Potiguar, fazer parte da competição.

Em 2006, três décadas depois, o Baraúnas conquistou o primeiro título estadual vencendo na final justamente o seu maior rival, o Potiguar, em decisão histórica no Estádio Manoel Leonardo Nogueira, o “Nogueirão”.


O time base campeão de 2006 era formado por Isaías; Cláudio Ribeiro, Índio, Nildo e César Romero; Luciano Piauí, Célio, Robinho e Ely Tadeu; Pantera e Luciano Paraíba. O técnico Paulo Moroni ainda utilizou jogadores como Chiquinho, Aguinaldo, Pantera, Cipó, Marquinhos, William (ex-Flamengo e Vasco) e Cícero Ramalho.

O auge do tricolor mossoroense, porém, ocorreu no ano anterior, em 2005, quando o Baraúnas ficou entre os oito melhores times da Copa do Brasil, com destaque para a eliminação do Vasco da Gama, de Romário e Cia. O Baraúnas empatou em 2 a 2 no Nogueirão e goleou o Vasco em pleno São Januário por 3 x 0, com gols de Cícero Ramalho, Toni e Henrique.


O jogo histórico do dia 20 de abril de 2005, pelas oitavas da Copa do Brasil, o Baraúnas jogou com Isaías; Da Silva, Pedrosa, Nildo e Aguinaldo; Célio, Val, Toni e Amarildo (Edinho); Cícero (Henrique) e Álvaro (Hermano). O técnico era Milluir Macedo.

É com essa história rica que o Baraúnas chega aos 60 anos nesta terça-feira, 14, mas também precisando se reinventar para voltar aos gramados. O torcedor está com saudade do Leão da 12 nos gramados do futebol norte-riograndense.

Blog do César Santos


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