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Ao menos 30 mísseis atingiram uma base militar usada por tropas dos Estados Unidos em Al Asad, no Iraque, na 3ª feira (7.jan.2020). A TV estatal iraniana e a Guarda Revolucionária Iraniana confirmaram que o ataque foi promovido por Teerã.

Não há informações oficiais sobre vítimas até o momento. Contudo, a TV estatal iraquiana noticiou que os bombardeios deixaram mortos, mas que as vítimas seriam todas iraquianas.

O presidente norte-americano, Donald Trump, foi informado sobre o bombardeio, disse a porta-voz da Casa Branca, Stephanie Grisham. “O presidente está monitorando a situação de perto e consultando sua equipe de segurança nacional“, disse Grisham.

A base aérea de Al Asad, alvo do ataque a mísseis, fica a cerca de 200 quilômetros de Bagdá, capital do Iraque. O ataque iraniano é realizado menos de uma semana depois dos Estados Unidos promoverem, ao comando de Trump, ataque com drones que culminou na morte do general Qassim Soleimani, até então o mais poderoso militar iraniano.

Pouco depois, veículos de mídia do Irã e dos EUA confirmaram que uma 2ª base norte-americana no Iraque foi alvo de mísseis iranianos. Militares de Washington disseram que mais de uma dúzia de projéteis atingiram a base de Erbil, no nordeste iraquiano.


Relatório inicial do Pentágono não cita vítimas fatais ou feridos nesse 2º ataque. “Estamos trabalhando nas avaliações iniciais dos danos”, disse o órgão, em comunicado.

A Junta de Comando Militar do Iraque fala em 7 mísseis que teriam atingido a base de Erbil. Segundo o grupo, o ataque começou às 1h20 desta 4ª feira (8.jan.2020), horário de Bagdá. Esse é o mesmo horário em que o ex-chefe militar Qasem Soleimani foi morto por forças norte-americanas na última 6ª feira (3.jan.2020).

POSSÍVEIS NOVOS ATAQUES

O Irã afirmou que se os Estados Unidos decidir responder aos bombardeios às bases no Iraque, a ofensiva iraniana será ainda mais violenta. Dois locais foram mencionados como possíveis alvos de uma nova cruzada iraniana: Dubai, nos Emirados Árabes, e Haifa, em Israel.

Os iranianos pediram ainda para que a maior economia do mundo ordene a saída das tropas da região. De acordo com a CNN, a Casa Branca ainda avalia se Trump fará 1 pronunciamento sobre os episódios desta noite.

Poder 360


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