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Novamente botijão de gás de cozinha instalado em veículo explode na noite de domingo (9) no posto de reabastecimento de gás natural em Assu/RN. A explosão do botijão destruiu a traseira do veículo e danificou outros veículos que estavam próximos. Um cidadão ficou ferido no pé.

O frentista e o motorista do carro não se feriram. Estavam afastados. Veículos que estavam próximo e o teto do posto foram danificados. O segundo botijão que havia dentro do carro não explodiu. Foi arremessado a uma distância de mais ou menos 100 metros.

Os motivos pelos quais o botijão explodiu é exatamente igual ao que aconteceu há poucos dias. O proprietário do carro coloca o botijão de gás de cozinha (no caso 2) acoplado ao cilindro de gás natural para ampliar a autonomia de combustível do veículo.

Ocorre que o botijão de gás de cozinha suporta 40 bar de pressão. É fabricado para suportar a pressão de reabastecimento de gás GLP. O cilindro de gás natural é fabricado para suportar até 300 bar. É fabricada para suportar a pressão de reabastecimento do GNV.

Os compressores de reabastecimentos de cilindros de gás natural nos postos trabalham com pressão de 220 bar (unidade de medida). Já os compressores usados para reabastecer botijões de gás de cozinha, trabalham com pressão dez vezes menor.

E por que todos os carros que usam botijões não explodem?

É quando os motoristas/proprietários de veículos que aumentam a autonomia de seus carros de forma irresponsável acoplando botijões, essencialmente antes de abastecer o cilindro no posto, fecham a válvula que interliga o botijão ao cilindro.

A explosão acontece quando o motorista/proprietário esquece de fechar a válvula. Daí o botijão de gás não suporta a pressão e explode. Já aconteceram vários casos nos últimos 12 meses no Rio Grande do Norte; Assu, Caraúbas, Mossoró e João Câmara.

Mossoró Hoje


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