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A bolsa de valores brasileira viveu uma gangorra nunca antes vista em sua história, com seu principal índice variando de 97,9 mil pontos na máxima de segunda até 68,4 mil na mínima de quinta. A variação de quase 50% fez alegria de traders experientes, bilionários ficaram mais ricos e, no frigir dos ovos, perdeu dinheiro mesmo quem aplicou suas economias em renda variável pela primeira vez movidos pelo encanto dos altos rendimentos nos últimos meses em tempos de juros baixos.

Entre o primeiro e o último pregão do ano passado, os ganhos da bolsa foram de exatos 27%, com salto de 91 mil para 115,6 mil pontos.

A bolsa continuou subindo até 23 de janeiro quando atingiu 119,5 mil pontos. De lá para cá, os novatos acumularam prejuízos de 30,1%.

O fechamento em 82,6 mil pontos de sexta devolve a bolsa ao mesmo nível de 5 de outubro de 2018, às vésperas do 1º turno das eleições.

Bilionário e um dos maiores investidores individuais da bolsa, Luiz Barsi resumiu assim: “jacaré está de boca aberta esperando a passarinhada”.

Cláudio Humberto


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