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Pesquisa DataPoder360 indica que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro se manteve estável desde o último levantamento, há duas semanas. 30% dos brasileiros avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 39% classificam a administração federal como ruim ou péssima. Outros 27% afirmaram que o trabalho do presidente é regular e 4% não souberam responder.

Tanto a avaliação positiva quanto a negativa oscilaram 1 ponto percentual desde o último levantamento, realizado de 27 a 29 de abril. Ou seja, foi uma variação dentro da margem de erro do estudo.

O infográfico abaixo mostra que o chefe do Executivo perdeu apoio com a escalada da pandemia no último mês e os impactos na economia, mas mantém cerca de ⅓ do eleitorado ao seu lado.


Desde o início do mandato, em janeiro de 2019, as pesquisas indicam que o Brasil está dividido em 3 grandes grupos: 1 a favor do governo, 1 contra o governo e 1 que se movimenta de 1 lado para o outro de acordo com o momento.

Esta rodada do DataPoder360 capta uma movimentação na percepção da classe média a respeito de Bolsonaro.

O estrato da população que recebe de 2 a 5 salários mínimos (de R$ 2.090 a R$ 5.225) começa a se desprender do governo. Agora, 59% nesse grupo demográfico consideram Bolsonaro ruim ou péssimo. O percentual representa 1 aumento de 15 pontos percentuais desde o último levantamento, há 15 dias.

Diferentemente dos mais ricos (que têm os meios para enfrentar a pandemia) e dos mais pobres (que recebem o auxílio emergencial mensal de R$ 600), a classe média é a que fica mais desamparada: sem nenhum tipo de ajuda e vendo os empregos desaparecerem. A taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos já chega a 27%.

A pesquisa foi realizada de 11 a 13 de maio pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia o relatório completo dos resultados no Brasil (2 MB).

Também como observado nos últimos levantamentos, os mais ricos (mais de 10 salários mínimos) e os mais escolarizados (com ensino superior) são os que mais rejeitam Bolsonaro: 48% e 50%, respectivamente, consideram o trabalho do presidente ruim ou péssimo.

Já os sulistas são os que mais aprovam o governo: 52% dos entrevistados da região acham a administração boa ou ótima. O número é 22 pontos percentuais a mais do que a média nacional.

Poder 360



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