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A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal  da 4ª região negou recurso e confirmou a condenação do ex-presidente Lula a 17 anos de prisão no caso do sítio de Atibaia (SP). O julgamento foi realizado em sessão virtual na quarta-feira (6).

Na quinta-feira (5) a defesa do petista encaminhou um recurso solicitando a suspensão do julgamento devido às declarações recentes do ex-ministro da Justiça Sergio Moro. O pedido, no entanto, foi rejeitado.

No documento, a equipe de advogados alega que o julgamento do ex-presidente deve seguir curso após as acusações feitas pelo ex-juiz ao presidente da República, Jair Bolsonaro, na última semana, serem investigadas . De acordo com a defesa, esses são novos fatos que precisam ser considerados pelo Tribunal. "As pretensões políticas do ex-juiz Sergio Moro não se afloraram repentinamente apenas após o pleito eleitoral de 2018. Ao revés, têm elas origem anterior, como sempre afirmou esta Defesa com base em diversos elementos", afirma trecho do requerimento.

A defesa também justificou o pedido de adiamento, considerando que o julgamento deve ser feito presencialmente e com a presença dos advogados.

Congresso em Foco


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