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Na manhã de sexta-feira, 31, a Prefeitura de Mossoró e a Câmara de Comércio Brasil-China assinaram os protocolos que tem intuito atrair investidores chineses nas áreas de iluminação inteligente e usina de resíduos sólidos e também um protocolo de cidade irmã.

O diretor executivo da Câmara de Comércio Brasil China, Halisson Medeiros, falou sobre a importância da assinatura dos protocolos. “Pra nós é um prazer e de grande importância estar aqui assinando esses protocolos de intenção para atrair investimentos aqui pra Mossoró. Vai ser muito positivo e a cidade só tem a ganhar”, disse.

Halisson explicou os objetivos das assinaturas e as áreas de investimento. “O primeiro protocolo é o da usina termoelétrica de resíduos sólidos, ela vai ser instalada aqui na cidade de Mossoró e vai contemplar os municípios arredores de até 60 a 70 km de distância. A partir dessa assinatura vem uma equipe técnica da China para fazer um estudo de área, viabilidade técnica e alinhar a construção da usina”, falou.

“O outro é o protocolo da Smart City que atende várias searas do município tais como segurança, iluminação pública, onde você traz uma economicidade de energia, ela entra com as lâmpadas de sete pontos, que recebe os conectores para internet e monitoramento para segurança de alta resolução”, disse Halisson.

“O terceiro protocolo é o da cidade irmã. É onde a gente firma um compromisso com a cidade de Mossoró de levar empresários e equipe da prefeitura para China, para conhecer o que temos de investimentos, de tecnologias cultural e econômica. Vai ser um acordo de cooperação técnica binacional entre Brasil e China”, finalizou o diretor executivo.

O secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico, Lahyre Neto, esteve presente na reunião, ao lado da prefeita Rosalba Ciarlini, e falou sobre a parceria. “Hoje assinamos esses protocolos relativos a smart city, que diz respeito à internet, câmeras de segurança pela cidade. Tem a questão da usina de reciclagem e também a questão da cidade irmã, que você pode fazer um intercâmbio tanto comercial como cultural com as algumas cidades da China também”, disse o secretário.





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